Empresário X Empregado
Deveríamos adotar novas definições para alguns termos, como por exemplo:
- Empresário: (sinônimo cliente) toda pessoa que em algum momento compra, investe, deseja prosperar ou adquirir um bem, desde que seu dinheiro seja fruto do seu trabalho, e este tenha sido adquirido de maneira ética.
- Empregado: sumir do dicionário
- trabalhador: (sinônimo empresário) Todo aquele que labuta no dia a dia e que tem que levar para casa o seu sustento e de sua família.
- Fornecedor (Sinônimo trabalhador) Todo aquele que por meio de venda de bens, serviços, capacidades e habilidades recebe um determinado valor em dinheiro em troca do que esta vendendo.
Existem outras palavras que merecem ser reformuladas, mas em outros artigos nos poderemos nos aprofundar.
Sei que você deve estar imaginando que isto tudo é semântica, e é.
Porem precisamos deixar cacos no lixo para lixeiro levar e não usarmos coisas que já deveriam estar no lixão há muito tempo empobrecendo-nos ou nos levando a caminhos velhos, sem asfalto e que nos fazem ficar atrasados.
Vamos explicar meu ponto de vista e acredito que ajudara muito a juventude.
Quando uma pessoa comum entra numa loja qual o “poder” que ela tem em mãos?
E por ter este “poder” o que minimamente ela exige normalmente?
Vamos às respostas que imagino que você respondeu.
O poder é o de ter o dinheiro na mão e poder escolher levar ou não o produto, ok.
E ela exige minimamente ser bem atendida.
Ou seja, o CLIENTE deve ser o rei, ser bem tratado para assim escolher a loja x ou y para comprar o que deseja, ok.
Se você é cliente você já deve ter passado por situações como a de entrar numa loja e nem ser atendido, pedir uma coisa e te mostrarem outra, pedir para não lhe mostrarem uma determinada cor e o vendedor lhe mostrar todas as peças justamente da cor que você não quer.
Se for assim que queremos ser atendidos no dia a dia o que você imagina que o “empresário” cuja nova definição virou “cliente” deseja?
E vamos ao “trabalhador” que eu defini como empresário.
O dono do poder quer comprá-lo agora. LÓGICO que estou usando uma força de expressão, ele quer comprar as competência e habilidades deste “empresário” que durante a vida investiu ou não nele, fazendo com que ele valha mais ou menos.
Quanto mais as pessoas investirem nelas mesmas, mais “produtos” (capacidades e habilidades) terão para vender e mais ou menos terão a receber.
Vejamos se você tiver um Fiat 147, queixo duro*, com cambio recém fresado**, e precisando pintar uma lateral raspada no portão de sua casa, da pra reclamar por não aparecer ninguém pra comprar ou ate aparecer mas querendo te dar R$ 500,00 pelo carro.
Agora se você estiver se esforçando durante a vida e aos dezesseis anos quando, trabalhava como Office boy começou a economizar pra fazer aquele curso técnico que sempre imaginou fazer, trabalhando durante o dia e estudando a noite.
E com o dinheiro que ganhava trabalhando como técnico pagou sua faculdade e já esta fazendo uma pos graduação seu telefone vira e mexe toca com alguém lhe oferecendo uma nova oportunidade?
São escolhas suas, escolhas que mesmo os menos favorecidos podem fazer***, ao invés de pensar numa CG com o escapamento aberto para impressionar as meninas que o carinha comprou aos dezoito anos, enquanto seu amigo ia de ônibus trabalhar e economizar.
Ou mudamos no jeito de pensar ou iremos repetir nossos erros numa seqüência sem fim.
Pense nisso
* sem direção hidráulica, direção muito dura
** Fresa tipo de manutenção feita em câmbios quando as marchas começam a escapar
*** Claro que as oportunidades dadas às pessoas são diferentes alem de termos famílias desestruturadas, mas ser pobre na maioria das vezes não justifica uma pessoa a não se esforçar para atingir suas metas de vida
Ricardo Viegas - CRA-SP 93287
Formado em Administração de Empresas
Máster Practitioner pela SBPNL
Prof. de Ensino Técnico e Palestrante
Blog: www.democraciadavoz.com.br
Ricardo Viegas - CRA-SP 93287
Formado em Administração de Empresas
Máster Practitioner pela SBPNL
Prof. de Ensino Técnico e Palestrante
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